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O que andam dizendo sobreScott Feiner & Pandeiro Jazz ...

"Uns dos melhores CDs do ano ..." (Dois Mundos)
— Playboy
"Uma via luminosa de aproximação entre a MPB e o jazz..."
— Tárik de Souza, Jornal do Brasil
"Scott Feiner criou uma sonoridade única com o tipo de formação que escolheu para o seu Pandeiro Jazz ... cheia de sutileza e surpresas — é um álbum que faz a gente querer ouvir mais logo após a primeira audição."
— Brad Mehldau
"Fico muito feliz em ver um músico norte-americano tocando jazz com o pandeiro como o Scott. São novas fronteiras que se abrem."
— Marcos Suzano
"Mr. Feiner usa o pandeiro como um expressivo instrumento do jazz..."
— Nate Chinen, New York Times
"Pandeiro Jazz é ótimo! Uma idea muito original e uma banda com um entrosamento maravilhoso."
— Luciana Souza
"Justamente quando você pensava que havia muito pouca gente capaz de acrescentar algo ao mundo do jazz, eis que surge esse músico nascido em Nova York com um pandeiro em suas mãos para provar o contrário … Pandeiro Jazz representa uma inovação que merece uma audiência ampliada."
— Ernest Barteldes, All About Jazz-New York
"... Scott Feiner levou o pandeiro para o jazz e trouxe o jazz até o pandeiro. Não deve ter sido uma tarefa simples. O pandeiro aparenta ser um instrumento limitado. Daí o brilhantismo. Pandeiro Jazz é um choque nos incautos."
— Adalto Alves, Diário da Manhã
"... Trabalho de super bom gosto, impecável."
— Celsinho Silva
"Feiner colocou em prática a antiga história, que diz que o simples pode ser belo, algo ainda difícil de ser compreendido por alguns músicos."
— Revista Jazz+
“Finalmente! Finalmente a gravação e um passo a frente que permetirá ao pandeiro, e esperamos com o tempo também a outras percussões, de interagir como protagonista junto aos outros instrumentos harmonicos em situações “arriscadas" para os percussionistas … simples e marcante.”
— Revista Percussioni
"Pandeiro que ganha um novo sotaque."
— Antonio Carlos Miguel, O Globo
“O norte-americano Scott Feiner, radicado no Rio de Janeiro, realizou uma senhora performance, provando a vitalidade de seu instrumento, o pandeiro, na seara jazzística. A intensidade de sua percussão plural, substituindo sutimente a bateria, ganhou momentos sublimes, quase epifania…”
— Alécio Cunha, Jornal Hoje em Dia
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